A culpa é das estrelas. (via inverbos)
— O.k. — falei.
— O.k. — ele disse.
Eu ri e repeti:
— O.k.
Aí a linha ficou silenciosa, mas não completamente muda. Era quase como se ele estivesse ali no meu quarto comigo, mas de um jeito ainda melhor — como se eu não estivesse no meu quarto e ele, não no dele, mas, em vez disso, estivéssemos justos numa invisível tênue terceira dimensão até onde só podíamos ir pelo telefone.
— O.k. — ele disse, depois do que pareceu ser uma eternidade. — Talvez o.k. venha ser o nosso sempre.
— O.k. — falei.
A culpa é das estrelas. (via inverbos)